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Autor: Felipe Martinez
Atriz: Aline Ribeiro
Ator: Felipe Martinez
Direção: Felipe Martinez
Gravação e edição: Estúdio Caixas de Som, Santa Maria, RS.
Não é hora de apontar culpados é um grito que ecoa pelas ruas da América Latina, desafiando as convenções e revelando as feridas de um continente marcado pela história da exploração e pela resistência dos povos. A peça de Felipe Martinez propõe um mergulho profundo nas realidades muitas vezes invisíveis das classes trabalhadoras e das pessoas marginalizadas, que, apesar das dores do passado e do presente, continuam a lutar pela sobrevivência, pela memória e pela identidade. Cada cena de Não é hora de apontar culpados nos questiona: até onde a sociedade pode ir antes de perder a sua própria essência?
Autora: Daiani Cezimbra Severo Rossini Brum
Atriz: Aline Ribeiro
Direção: Felipe Martinez
Gravação e edição: Estúdio Caixas de Som, Santa Maria, RS.
Este livro é resultado parcial da pesquisa de Doutorado em Teatro de Daiani Brum, realizada na Universidade do Estado de Santa Catarina (2017-2022), orientada pela Profa. Dra. Maria Brígida de Miranda e financiada pela bolsa de doutorado da FAPESC. Esta publicação tem realização da Funarte, do Ministério da Cultura e do Governo Federal, por meio do Edital Público Funarte Retomada – Circo. O material aqui apresentado traz um registro acerca da pioneira Associação Doutores da Alegria, assim como do trabalho da renomada Profa. Dra. Ana Elvira Wuo. O livro também registra entrevistas concedidas por profissionais de três grupos: Doutores da Alegria (SP), (A)Gentes do Riso (SC) e Doutores Risonhos (SC), além das experiências da autora como palhaça no SUS.
Autor: Felipe Martinez
O livro Três peças para dois é composto por três obras escritas durante a pandemia de Covid-19, iniciada em 2020. Essa trilogia reflete situações comuns ao período de isolamento, marcado por angústias e dúvidas sobre o futuro. Em uma linguagem (quase) minimalista, as peças fazem referência ao teatro do absurdo, estilo que surgiu após a Segunda Guerra Mundial – período que, talvez, possa dialogar com o início do século XXI. O livro convida a leitora e o leitor, assim como a espectadora e o espectador, a olharem para aquilo que não se vê, ressignificando perspectivas de vivência e de sobrevivência em meio ao adoecimento do mundo e às presenças tácitas da vida e da morte.



